O que dizem do vinho Zafirah

Zafirah procura remontar às antigas tradições dos vinhos tintos produzidos na região de Monção. Vinhos esses já descritos no foral atribuído por D. Afonso III à vila de Monção (1286). Aliás, vários registos históricos mencionam o envio do vinho tinto de Monção para Inglaterra durante os séculos XIV, XV e XVI servindo como substituto dos afamados vinhos de Borgonha, o que atesta bem da qualidade do vinho tinto da região de outrora. Assim, utilizando uma vinha com mais de 70 anos ainda com sistema de condução em latada procurámos reavivar esse estilo de vinho. Vinhos abertos de cor, leves, frescos, com uma acidez bem vincada, muito elegantes e com um moderado grau alcoólico.

O que dizem do Zafirah

“Fora da caixa, mas cheio de personalidade (e qualidade!) este zafirah.” Mariana Lopes, Revista Vinho Grandes Escolhas

“A colheita de 2017 aparece mais polida, um pouco mais consensual e “limpa” para agradar a um público mais alargado.” Sérgio Lopes,  Contra-Rótulo

“Tem cor violeta-pálido, aroma muito frutado e paladar leve e fresco com acidez bem vincada. À mesa, vai com tudo. E bem.” Miguel Gonçalves da Silva, Revista Visão

“Não foi feito para agradar a todos e nem terá sido esse o objectivo, mas alegrará todos aqueles que gostam de emoções mais fortes, que apreciam desafios intensos, que procuram ter prazer com algo que não seja igual a tudo o resto.” Pingas no Copo

“Um caminho diferente nos vinhos tintos da região.”, Revista de Vinhos (outubro 2018)

Crítica do Grande Crítico de vinhos, Anísio Cunha:

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Vinhos mais vendidos em 2017

Vinhos mais vendidos em 2017

Aqui está o top dos vinhos mais vendidos durante o ano 2017, temos 4 vinhos tintos e 4 vinhos brancos e dois espumantes. Os clientes escolheram vinhos de diversas regiões mas este ano ficou marcado pela entrada no top de 6 vinhos biológicos. Veja o top de vendas a seguir.

1 – Vinho tinto Aphros Vinhão 2016 (Vinhos Verdes) – biológico

2 – Vinho branco Aphros Ten 2015 (Vinhos Verdes) – biológico

3 – Vinho branco Aphros Loureiro 2015 (Vinhos Verdes) – biológico

4 – Vinho branco Contos da Terra – Quinta do Pôpa 2015 (Douro)

5 – Vinho espumante Phaunus Pet Nat 2016 (Vinhos Verdes) – biológico

6 – Vinho branco Alvarinho Quinta de Santiago Reserva 2013 (Vinhos Verdes)

7 – Vinho tinto PYNGA Selection Syrah e Viognier 201 (Lisboa) – biológico

8 – Vinho tinto Lapa dos Gaivões 2012 (Alentejo)

9 – Vinho espumante Aphros Yakkos Vinhão Grande-Reserva 2006 (Vinhos Verdes) – biológico

10 – Vinho tinto ALICE VIEIRA de SOUSA Reserva 2014 (Douro)

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“Juntos por Pedrógão”: mundo dos vinhos junta-se à onda de solidariedade

“Juntos por Pedrógão” é o nome dado à iniciativa que junta o mundo dos vinhos à onda de solidariedade para com as vítimas do grande e trágico incêndio de Pedrógão Grande.

Dois jantares e um almoço solidários com o vinho como tema central e o foco apontado às vítimas do incêndio que devastou várias localidades de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, matando 64 pessoas.

Esta é a proposta da Wine2O que se apresenta como uma “promotora de eventos de solidariedade com ligações ao mundo vínico” e que arranca com a promoção destes três encontros centrados na tragédia de Pedrógão Grande.

O primeiro evento está marcado para a próxima terça-feira, 4 de Julho, em Vilamoura, no Restaurante EMO do Hotel Anantara Vilamoura, à hora do almoço.

A 5 de Julho será a vez do Porto acolher um jantar solidário por Pedrógão Grande na Brasão Cervejaria Coliseu, enquanto o terceiro evento está marcado para o dia seguinte, 6 de Julho, no Restaurante Horizonte do Hotel Tryp da Costa da Caparica, em Lisboa.

Nestes encontros, haverá ainda lugar ao leilão de garrafas especiais de vinho de edições limitadas, sendo a totalidade do dinheiro angariado depositada directamente numa conta solidária já criada pela Caixa Geral de Depósitos com o IBAN – PT50 003500010010000033042.

A iniciativa conta “com o apoio de inúmeros produtores vínicos portugueses”, designadamente Quinta das Bágeiras, Quinta de Santiago, Pormenor Vinhos, Joaquim Arnaud Vinhos, Herdade do Arrepiado Velho, João M. Barbosa Vinhos e Quinta do Pôpa, entre outros, conforme destaca a Wine2O.

“Ser solidário é uma característica inata do povo português e o mundo vínico não poderia ficar indiferente ao sofrimento de pessoas que perderam tudo, muitas delas até familiares”, destaca a promotora solidária que foi criada pelo músico e enófilo Pedro Lima, com a colaboração dos sommeliers João Chambel e António Lopes e com a participação do enólogo Joaquim Arnaud.

A Virgu Wines associa-se também à iniciativa e apela à participação nestes eventos vínicos solidários. Os bilhetes para os dois jantares, em Lisboa e no Porto, custam 35 euros, enquanto o almoço em Vilamoura fica por 50 euros.

Apresse-se a reservar o seu lugar – pode comprar os bilhetes através da plataforma Last2Ticket (https://www2.last2ticket.com/pt/events) – e ajude o outro, juntando-se neste “abraço” dos portugueses a Pedrógão Grande.

Phaunus: “vinhos radicalmente artesanais” produzidos sem electricidade

Os vinhos “radicalmente artesanais” da “Quinta dos Phaunus”, uma adega “medieval” onde se produz o néctar dos deuses sem electricidade envolvida, chegaram à Virgu Wines.

Vasco Croft, o filósofo dos vinhos biodinâmicos Aphros, dá mais um passo rumo à produção de vinhos totalmente naturais com o seu mais recente projecto “Quinta dos Phaunus”.

O produtor de vinhos da Região dos Vinhos Verdes está a transformar a Quinta Casal do Paço, em Arcos de Valdevez, num espaço de encantamento, em que as uvas se tornam no maravilhoso néctar dos deuses num processo totalmente artesanal, prescindindo inclusive da electricidade.

A “Quinta dos Phaunus”, o novo nome que Vasco Croft dá ao local, é a reencarnação da “transformação radical” que aconteceu na adega minhota, nos últimos anos. É uma verdadeira transmigração para uma nova vida, conforme refere o produtor minhoto, lembrando os princípios da filosofia budista.

Uma adega “medieval”

O centro de produção dos vinhos Aphros mudou-se assim, para instalações modernas nas proximidades da Quinta do Casal do Paço, para uma adega construída de raiz, ideal para fermentar os vinhos biodinâmicos que a Virgu Wines tem nas suas prateleiras.

Esta mudança permite que a velha adega se dedique exclusivamente à produção de “vinhos radicalmente artesanais”, nas palavras de Vasco Croft. O “radical” reporta-se, nomeadamente, à electricidade que foi banida da produção na “Quina dos Phaunus”.

“Quando carregamos no botão e a máquina faz o seu trabalho, desligamos o nosso envolvimento energético”, nota o produtor, realçando que “aplicar energia e atenção tem implicações, tanto connosco, como com o produto final”.

Produção em ânforas antigas

Estes vinhos “medievais” com a chancela Phaunus, que também podem ser aquiridos na Virgu Wines, nas versões Rosé Palhete 2016, Branco Loureiro 2015 e Espumante Pet Nat 2016, são produzidos em ânforas, “o material mais antigo usado” para o efeito, segundo nota Vasco Croft.

Estas ânforas ancestrais permitem fazer vinho com uma “intervenção enológica mínima”, dando azo a que todas as qualidades das uvas se evidenciem naturalmente e gerando assim, um néctar único e irrepetível.

A par da transformação da adega num espaço quase medieval, Vasco Croft também remodelou outras áreas da Quinta, como a Casa do Sequeiro, a Casa da Tulha e a Capela, dando-lhes um novo visual e uma nova funcionalidade como apartamentos para acolher hóspedes.

A ideia passa por levar “mais vida cultural” à “Quinta dos Phaunus”, transformando-a num “espaço de encontro e de reflexão, onde as pessoas vêm para estar e experienciar outras coisas, além de provas de vinho e de visitas às instalações”, explica o “filósofo” dos vinhos biodinâmicos.

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Vinho – Grandes Escolhas: uma nova revista, a mesma equipa de sempre

Está a chegar às bancas nacionais uma nova revista dedicada ao sector dos Vinhos. A VINHO – Grandes Escolhas arranca em Maio com uma “embalagem” refrescada, mas com a experiente e prestigiada equipa da velha Revista de Vinhos.

Luís Ramos Lopes e João Geirinhas, que nos últimos 28 anos estiveram ligados à Revista de Vinhos, lançam agora, a VINHO – Grandes Escolhas, no âmbito da empresa Reserva Especial – Edições e Eventos Lda, que criaram com Nuno Santiago, que foi director-geral da Masemba nos últimos três anos.

Com os dois “pesos-pesados” do jornalismo de vinhos nacional, que mantêm a direcção editorial e a direcção da área de negócios da nova publicação, segue grande parte da equipa de jornalistas e de críticos da Revista de Vinhos, bem como elementos da administração e dos eventos.

Os jornalistas residentes da nova publicação são António Falcão e Luís Francisco com os fotógrafos Ricardo Palma Veiga e Anabela Trindade a comporem a equipa.

Entre os críticos estão os nomes de João Paulo Martins, João Afonso, Luís Antunes, Nuno Oliveira Garcia e Fernando Melo.

Os responsáveis da revista sublinham no site da publicação que a VINHOS – Grandes Escolhas será “graficamente mais atraente e com uma dinâmica mais próxima da realidade e das formas de consumo actuais, mas que manterá os critérios jornalísticos de rigor e transparência que se tornaram a referência no mercado”.

“A aposta no digital é uma das prioridades”, garantem os editores da publicação que vai manter o calendário de eventos ligados ao vinho e à gastronomia.

Para Maio, está garantida a 6.ª edição do Festival do Vinho do Douro Superior, em Vila Nova de Foz Côa, entre 19 e 21.

Vai continuar também a realização da maior feira de vinhos nacional, no último trimestre de 2017, ganhando apenas nova formatação com o nome Vinho & Sabores Grandes Escolhas.

Joaquim Arnaud faz vinhos com história por dentro e por fora

Vinhos com o sabor da tradição e com um toque de sofisticação. É o que o produtor Joaquim Arnaud oferece com a sua gama de vinhos premium que preenche plenamente a estratégia da garrafeira Virgu Wines e que passa por apostar na diversidade com qualidade.

Joaquim Arnaud, que tem o seu “quartel-general” em Pavia, no concelho de Mora, no Alto Alentejo, é um dos grandes produtores de vinho nacionais da actualidade – grande na qualidade e não na quantidade, diga-se. Porque este projecto vinícola passa precisamente, por uma produção de tipo limitado e com recurso a práticas artesanais que garantem um produto final sofisticado e único.

Os vinhos premium de Joaquim Arnaud, que estiveram em destaque no simplesmente… Vinho 2017, têm feito sucesso tanto dentro de portas como lá fora, conquistando nomeadamente os mercados de Inglaterra e Hong Kong. E estão agora, ao dispor dos visitantes da Virgu Wines como excelentes amostras do melhor que o terroir alentejano tem para oferecer.

Joaquim Arnaud homenageia antepassados

Esta história de família – porque falamos de um produtor cujas raízes familiares, em Pavia, remontam a 1640 – recebeu um decisivo cunho pessoal de Joaquim Arnaud quando este decidiu lançar a marca com o seu nome.

A gama de vinhos Arundel foi lançada como uma homenagem aos antepassados familiares, designadamente a Guilherme Arnao, um descendente dos Condes de Arundel que acompanhou a princesa D. Filipa de Lencastre desde Inglaterra, instalando-se em Portugal como seu mordomo-mor. Arnao acabou por morrer na batalha de Alfarrobeira, ao lado de D. Pedro, deixando a sua marca nos descendentes Arnaud.

Do lote destes vinhos únicos de Joaquim Arnaud, a Virgu Wines destaca nas suas prateleiras o Arundel T&T 2012, um tinto de autor de estrutura complexa, e o Arundel 36 2009, uma edição limitada de 499 garrafas que esteve em estágio em barricas de carvalho francês durante 36 meses (o que explica o número no nome!).

Este Arundel 36 tem uma história verdadeiramente “hollywoodesca“, já que andou “perdido” na adega, por causa de um incêndio, só tendo sido descoberto, em 2013, aquando de uma visita do artista francês Pierre Gonnord a Pavia.

A situação foi tão marcante para o produtor e para o artista que estes dois vinhos, feitos a partir das castas Aragonez, Syrah, Trincandeira e Alicante Bouschet, têm no rótulo fotografias de raízes de videira, captadas a vinte metros de profundidade, por Pierre Gonnord.

Do tinto ao Moscatel de Setúbal…

A Virgu Wines disponibiliza ainda, aos seus visitantes o Arundel Great 2008, um tinto de classe, adulto e muito marcado pelo terroir alentejano e que é mais um Joaquim Arnaud limitado, com apenas 400 garrafas; e também o Arundel Petit Tinto 2012 que é feito a partir de uvas de uma vinha de sequeiro que cresceu, nos últimos 20 anos, em modo de produção biológica.

Os apreciadores de espumante podem ainda encontrar o Espumante Joaquim Arnaud 2008 que deve as suas características frutadas, leves e elegantes às uvas Chardonnay, cultivadas nos solos franco-argilosos da zona da Lourinhã, sob influência do Atlântico.

E seria impossível não ter na garrafeira da Virgu Wines o Moscatel de Setúbal Joaquim Arnaud, um vinho de perfil cítrico e jovem, com um travo irresistível de frescura adocicada no final de boca. Para apreciar com os doces da sua preferência, mas sem abusar!

Pormenor: vinhos complicadamente descomplicados

Com foco nos elementos naturais e nas características únicas do terroir do Douro, a marca Pormenor oferece-nos vinhos “complicadamente descomplicados”, com atenção ao detalhe e sem químicos pelo meio. É mais uma aposta na qualidade acima da quantidade que não podia faltar na garrafeira Virgu Wines.

Este projecto que nasceu em 2013, criado pelos sócios José Silva, Miguel Cardozo e Pedro Coelho, todos com ligações indirectas ao mundo dos vinhos, através de avós tanoeiros e pais corticeiros, veio dar um novo fulgor à produção vinícola do Douro.

Vinho do Douro, mas com um travo descomplicado

Se os vinhos do Douro são reconhecidos pelo seu forte perfil, com sabores concentrados, altamente alcoólicos e extracção elevada, “a estratégia dos Pormenor é inversa: baixa extracção, baixa concentração, mais leves e menos alcoólicos, incutindo mais elegância”, conforme esclarece a marca no seu site.

Estamos a falar de “vinhos honestos e francos”, sem substâncias químicas pelo meio, que constituem mais uma aposta da Virgu Wines em vinhos de tipo artesanal e de produção limitada. “Vinhos complicadamente descomplicados”, como afiançam os produtores, sinalizando a atenção aos mais ínfimos detalhes em todo o processo, desde a criação da vinha ao concluir do produto final.

“A alma do projecto”, que passou pelo simplesmente… Vinho 2017, está na sua “filosofia” que dá prioridade “aos elementos principais usados na produção de vinhos: o solo, a vinha, as uvas e o clima”, realça-se no site dos Pormenor.

São assim, “vinhos com a mínima intervenção na vinificação e no processo de envelhecimento”, referem os produtores que usam exclusivamente uvas crescidas em vinhas velhas, plantadas a alta altitude, na região do Douro e nos locais mais privilegiados para aproveitar todo o potencial do terroir, de acordo com o saber de anos de tradição vinícola.

Branco ou Tinto ao pormenor…

Na garrafeira da Virgu Wines, pode encontrar-se o Pormenor Branco 2016 que resulta da mistura de várias castas típicas do Douro e que é uma óptima escolha para acompanhar um peixe grelhado ou carnes brancas, fruto da sua acidez equilibrada e das notas cítricas.

O Pormenor Reserva Branco 2016 é outra excelente opção para pratos leves com peixe e mariscos que se pode encontrar nas prateleiras da Virgu Wines. Com um bom potencial de envelhecimento, este blend das uvas mais carismáticas do Douro é uma boa prenda para dar a alguém especial ou para guardar na adega para aquele momento perfeito.

Finalmente, a Virgu Wines disponibiliza o Pormenor Tinto 2014, outro blend de castas típicas durienses, que se apresenta como um vinho fresco e elegante, com aroma vincado, mas contido, e que brilha como acompanhamento de carnes vermelhas e de caça ou de um suculento salmão assado no forno.

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Pôpa Art Projects: vinhos com arte para apreciar e coleccionar

Um novo olhar sobre os vinhos que mistura as artes visuais e vinhateiras num produto único para apreciar com amigos e uma boa conversa e também, para coleccionar como verdadeiras obras de arte. Estamos a falar do Pôpa Art Projects que tem lugar de destaque na garrafeira Virgu Wines.

Esta linha de vinhos de colecção da Quinta do Pôpa, um projecto duriense que esteve entre os viticultores em destaque no simplesmente… Vinho 2017, apresenta-se como uma “nova forma de ver o mundo vínico”.

A ideia é “repensar e surpreender” para dar a conhecer “um novo ponto de vista” sobre o vinho, conforme se explica no site da Quinta do Pôpa. Não se trata apenas, de “um simples embelezamento do rosto dos vinhos”, mas também de evidenciar “a alma que lhes corre por dentro”, destaca-se na divulgação do projecto artístico.

Assim, os Pôpa Art Projects consubstanciam a qualidade da produção de tipo artesanal e do toque de enólogos consagrados, com uma identidade visual criada por artistas originais.

Na Colecção Vinho Tinto Finkus “Milf & Lolita” 2013, que pode ser adquirida na loja da Virgu Wines, colaboram o enólogo de renome internacional Finkus Bripp e o ilustrador francês McBess que idealizou rótulos a lembrar personagens de Manga japonesa.

A versão “Lolita” apresenta-se como um tinto frutado e fresco, como uma jovem segura de si, harmonizando na perfeição com carnes vermelhas, queijos e enchidos. Já o tinto “Milf” é mais encorpado, de aroma intenso e complexo como as mulheres maduras, acompanhando muito bem com pratos fortes como javali ou picanha.

Na colecção Vinho Tinto Pôpa Fiction 2012, igualmente à venda na Virgu Wines, o produto final resulta da parceria entre o enólogo João Menezes, um homem da Bairrada que se entregou de corpo e alma aos vinhos do Douro, e o ilustrador português Mário Belém que marca a sua arte com traços populares e do universo castiço nacional.

Estamos a falar de três vinhos que “contam” três histórias com uma inspiração que mistura a literatura de cordel e o universo de “Pulp Fiction”, o filme de culto de Quentin Tarantino.

O “Hot Lips” apresenta-se como uma mulher sexy, leve e frutado, ideal para acompanhar os pratos tradicionais de sabor forte, enquanto o “In The Flesh” tem o sabor do “pecado”, sendo perfeito para equilibrar pratos de caça. Já o “The Grape Escape“, um tinto encorpado, com alguma acidez, complementa às maravilhas enchidos e queijos de cabra e ovelha.

A qualidade do Pôpa Art Projects já lhe valeu uma Menção Honrosa nos Prémios Empreendedorismo & Inovação do Crédito Agrícola, em Novembro de 2016, na categoria: Comercialização & Internacionalização.

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simplesmente… Vinho 2017: o salão alternativo para vinhos artesanais

“Um salão off” que junta vinhos, petiscos, arte, música e muito convívio. O “simplesmente… Vinho 2017” reúne, no Porto, produtores e apreciadores de vinho entre 24 e 25 de Fevereiro.

Como uma “manifestação de nicho, independente e alternativa”, conforme as palavras dos responsáveis do evento, este salão único junta alguns dos mais carismáticos produtores nacionais de vinhos no Cais Novo, junto ao Museu do Vinho do Porto e com o Douro como paisagem.

Os melhores vinhos artesanais

Naquela que será a quinta edição do “simplesmente… Vinho”, mantém-se o espírito de colocar na montra e dar a provar o “vinho que respeita a terra e os terroirs, as vinhas e as uvas, as pessoas e as tradições”, segundo a descrição no site do evento.

Assim, pelo salão passam 84 produtores – ou “vignerons” como os apelida a organização – que representam os melhores vinhos artesanais que se fazem em Portugal, neste momento. Alguns deles têm lugar privilegiado na garrafeira Virgu Wines, integrando o lote de vinhos que temos à venda.

Entre esses “vignerons” está Vasco Croft, o filósofo dos “vinhos biodinâmicos” Aphros, marca de Arcos de Valdevez, em pleno coração dos Vinhos Verdes, e que é um dos grandes exemplos nacionais de um produto que “exprime com autenticidade a pureza do seu terroir“, conforme se sublinha no texto de apresentação do produtor no salão.

Em representação da marca Quinta Valle Madruga, em Valpaços, Trás-os-Montes, estará Tiago Martins Ribeiro, e Mário Sérgio Nuno vai exibir o potencial dos vinhos da Quinta das Bágeiras, na Bairrada. Mais dois “vignerons” que apostam na excelência acima da quantidade em duas quintas com fortes tradições familiares.

Teresa Barbosa, da marca Ninfa, um vinho de autor da região do Tejo, elaborado a partir de uvas de produção biológica, e Joaquim Arnaud, que criou na Península de Setúbal a sua marca personalizada, com o seu próprio nome, a partir de uvas típicas do terroir alentejano, são outros dos produtores presentes no salão.

O Alvarinho com alma da “adega familiar” Quinta de Santiago, uma marca da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, localizada na sub-região de Monção e Melgaço, será representado por Joana Santiago.

E Diogo Santos vai dar a provar o OlhoGordo, um vinho do Dão Serrano, “fermentado com pisa a pé em lagar de granito” e revelador do “potencial de guarda dos vinhos de altitude”, conforme se descreve no site do salão.

Destaque ainda para as presenças de António Antunes, da Herdade do Arrepiado Velho, em Sousel, Alto Alentejo, e de Pedro Marques, do Vale da Capucha, uma pequena vinha em Lisboa. São mais dois projectos com foco nos métodos tradicionais e na qualidade da pureza dos vinhos.

Este painel de produtores que a Virgu Wines tem também, o prazer de disponibilizar aos seus clientes, é bem ilustrativo do portefólio diversificado e “com uma dose saudável de loucura e poesia” que o “simplesmente… Vinho” tem para oferecer, conforme afiançam os responsáveis do evento.

Evento viaja até Barcelona em Março

O salão abre às 16 horas e antes de encerrar, pelas 21 horas, contará com a actuação das bandas portuenses We Are Mean Chick, na sexta-feira, e André Indiana, no sábado.

Paralelamente à apresentação dos vinhos e ao convívio, e no espírito solidário que marca também o evento, vai decorrer um leilão de obras de arte e de vinhos com as receitas a reverterem a favor de crianças do Porto e em prol da preservação do ambiente.

No próximo mês de Março, o “simplesmente… Vinho” viaja até Barcelona, instalando-se na galeria Nau Bostik, en La Sagrera, entre 4 e 5 de Março.